Dei por mim a pensar o que seria se o Universo nunca tivesse existido. E logo surgia um estranho incómodo: o meu cérebro começava a desejar que houvesse qualquer coisa - que corresponderia grosso modo a eu vir a existir. Mas como eu barrava esse caminho, o incómodo avolumava-se.
O assunto dissipou-se. Não sei como deixei de pensar nele, da mesma forma que não sei por que motivo pensei nele.
Pensarmos numa não-existência parece descabido a partir do momento em que se existe.
Sem comentários:
Enviar um comentário