22 de abril de 2009

Aproveitando a maré


Seguindo a maré, a performance de Susan Boyle no programa televisivo Britain's got talent.

«But there's something else Susan Boyle awakens in us as we watch her come out of her shell: our own selves. Who among us does not move through life with the hidden sense, maybe even quiet desperation, that we are destined for more? That underneath our ordinary exterior lays an extraordinary soul? That given the right opportunity, the right stage, the right audience, we would shine as the stars we truly are?»

Retirado daqui.

21 de abril de 2009

Parece-me que falta um lado...


Em mais uma reflexão, pus-me a pensar sobre o facto de a gente viver entre o momento T0 e o momento Tn
E interroguei-me: porque nascemos no momento T0 e não uns anos antes ou uns anos depois?

E daqui saltei mais uma vez para o lado religioso. Certas religiões como o Judaísmo, Cristianismo (e o Islamismo também?) focam-se imenso nos comportamentos durante a vida, de como estes podem influenciar o post-vida e sobre essa vida depois da vida propriamente dita.

E de repente, comecei a sentir falta de algo que versasse sobre o início da vida. Não é sobre a origem da vida, mas sim sobre o início das almas, como elas aparecem ou são geradas.

Não me recordo de numa tentativa de explicação (se isso foi abordado na catequese católica, não me lembro).

Como é que cada um aparece no mundo? (E não me estou a referir à componente biológica...)

6 de abril de 2009

Generalizações


Não pretendo generalizar…

Existe algum cuidado a ter com o que os outros efectivamente pensam, para determinadas situações. 
Há sempre algum contexto a levar em conta. Há sempre um grau a aplicar.
A dificuldade está em identificar o contexto, e o grau até onde se pode ir.

Em lado nenhum afirmo que a vida é fácil.

O que os outros pensam


Apesar de apresentar o poema If como uma influência, queria assinalar o poema e a mensagem não são similares, nem no conteúdo nem na forma.
Um é um poema, o outro não o pretende ser; o poema usa o modo condicional (que se denuncia logo pelo nome) e a mensagem está num suave imperativo.
Mesmo ao nível do conteúdo, a mensagem não pretende passar as mesmas sugestões ou abordagens que o poema.

A semelhança (a influência) está em que ambos se referem ao detalhe de não nos prendermos com percepções, quer estas nos sejam transmitidas por outros, quer nos apercebamos delas, ou que as gente as crie.

Não será um erro darmos demasiada importância ao que os outros pensam?

Só vamos viver esta vida, por uma certa quantidade de tempo.
Se passarmos parte desse tempo a pensar no que vamos fazer, com receio do que podem achar o dizer, vamos desperdiçar muito tempo.
Se fizermos o que os outros nos dizem para fazer, estaremos a viver a nossa vida ou a vida imaginada/comandada por outros?

3 de abril de 2009

Influências


Uma das influências deste post:

If

If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you,
If you can trust yourself when all men doubt you
But make allowance for their doubting too,
If you can wait and not be tired by waiting,
Or being lied about, don't deal in lies,
Or being hated, don't give way to hating,
And yet don't look too good, nor talk too wise;

If you can dream--and not make dreams your master,
If you can think--and not make thoughts your aim;
If you can meet with Triumph and Disaster
And treat those two impostors just the same;
If you can bear to hear the truth you've spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
And stoop and build 'em up with worn-out tools; 

If you can make one heap of all your winnings
And risk it all on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings
And never breath a word about your loss;
If you can force your heart and nerve and sinew
To serve your turn long after they are gone,
And so hold on when there is nothing in you
Except the Will which says to them: "Hold on!" 

If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with kings --nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you;
If all men count with you, but none too much,
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds' worth of distance run,
Yours is the Earth and everything that's in it,
And --which is more-- you'll be a Man, my son!

Rudyard Kipling


Aqui pode-se encontrar uma tradução em português de Guilerme de Almeida

Lifestyles (4)


A de Connor MacLeod, do filme Highlander.

Lifestyles (3)


Na série Battlestar Galactica (a re-imaginada), os Cylons.
Mais uma vez, sem senescência (e com eterna juventude).

Lifestyles (2)


Vampiros.
A senescência já não seria um inconveniente (de acordo com as histórias, claro!).
Mas mesmo assim... 

2 de abril de 2009

Lifestyles (1)


Curioso modo de viver a vida, o do personagem Dr. Samuel Becket (da série Quantum Leap).
De qualquer modo, estar-se-ia sempre sujeito à senescência.

1 de abril de 2009

Pequena mensagem, às minhas filhas


Vive como só tivesses uma vida.
A vida é tua, só tua e de mais ninguém.

Vive os teus sonhos, e não os sonhos de outros.
Não estás cá neste mundo para teres filhos, e muito menos para dares netos.

Não faças planos milimétricos, mas tenta que os teus saltos cheguem ao outro lado do rio.
E quando não souberes que o consegues, dá os teus passos firmes e seguros sabendo que o que fazes, fazes bem e por bem.

Duvida e confia.
Nem sempre vais acertar, mais o mais certo é que vais falhar menos do que julgas.

Não faças balanços, não faças equilíbrios.
Faz pontes, planta jardins, cria caminhos.

Aprecia, não pares.
Preto, branco, azul, vermelho, verde, amarelo, cinzento.

Esquece tudo o que disse agora, faz o que mais quiseres.