21 de abril de 2009

Parece-me que falta um lado...


Em mais uma reflexão, pus-me a pensar sobre o facto de a gente viver entre o momento T0 e o momento Tn
E interroguei-me: porque nascemos no momento T0 e não uns anos antes ou uns anos depois?

E daqui saltei mais uma vez para o lado religioso. Certas religiões como o Judaísmo, Cristianismo (e o Islamismo também?) focam-se imenso nos comportamentos durante a vida, de como estes podem influenciar o post-vida e sobre essa vida depois da vida propriamente dita.

E de repente, comecei a sentir falta de algo que versasse sobre o início da vida. Não é sobre a origem da vida, mas sim sobre o início das almas, como elas aparecem ou são geradas.

Não me recordo de numa tentativa de explicação (se isso foi abordado na catequese católica, não me lembro).

Como é que cada um aparece no mundo? (E não me estou a referir à componente biológica...)

1 comentário:

Anónimo disse...

Mmmm. Realmente, não me lembro de alguma vez ter lido ou ouvido algo sobre o assunto.

A frase que talvez possa deitar alguma luz sobre esse assunto seria: "os propósitos de Deus são insondáveis".
:)

Mas realmente, há duas perspectivas curiosas sobre esse assunto:
1- a malta reproduz-se, e somos cada vez mais e a reproduzir-mo-nos, o que "obriga" Deus a ir produzindo almas em massa para popular cada um dos seres que nós vamos deitando cá para fora.

2- quem decide o caudal de almas produzidas é Deus, as pessoas é que depois se vêm "coagidas" a produzir invólucros a um ritmo suficiente para albergar essas almas que Deus quer colocar no mundo. Claro que o livre arbítrio inviabiliza esta opção, mas continua a ser uma questão "teorética" engraçada...
:)

Gósmio Fulgêncio (esquecêncio de passwords criadas a martelo...)